Novela visual une fotografia e escrita em obra de J.S.
Uma obra que desafia as fronteiras entre linguagens chega às livrarias. Foi um jeito de derreter, segundo livro da escritora, ilustradora e doutora em História J.S., propõe uma experiência de leitura que integra imagens e palavras em uma narrativa única. O lançamento foi viabilizado com o apoio do Edital Rumos, do Itaú Cultural, e chega ao público pela Telaranha Edições.
Uma narrativa que transcende o texto
A novela se apresenta como um trabalho transdisciplinar, no qual a autora utiliza a fotografia como elemento narrativo tão essencial quanto a própria escrita. A proposta é criar uma imersão em que o leitor é convidado a percorrer caminhos que vão além da página impressa, explorando novas possibilidades de contar histórias no cenário literário contemporâneo.
Trajetória da autora e processo criativo
A bagagem intelectual de J.S., que combina a prática artística com a pesquisa acadêmica em História, parece ter influenciado diretamente a construção da obra. Sua atuação como ilustradora também contribui para um olhar apurado sobre a composição visual, elemento central na estrutura do livro.
Reconhecimento e apoio institucional
A seleção pelo Edital Rumos representa um marco importante para a circulação do trabalho da autora. O programa, conhecido por fomentar a produção cultural brasileira em diversas áreas, foi fundamental para que a novela pudesse ser concretizada e agora alcançar um público mais amplo em todo o país.
Com Foi um jeito de derreter, J.S. consolida uma trajetória autoral que aposta na experimentação e no diálogo entre diferentes formas de expressão, oferecendo aos leitores uma obra que convida à reflexão sobre os limites e as possibilidades da narrativa contemporânea.
