Novela visual une fotografia e escrita em obra de J.S.

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Resenha de ‘Foi um jeito de derreter’, de Jessica Stori

Uma obra que desafia as fronteiras entre linguagens chega às livrarias. Foi um jeito de derreter, segundo livro da escritora, ilustradora e doutora em História J.S., propõe uma experiência de leitura que integra imagens e palavras em uma narrativa única. O lançamento foi viabilizado com o apoio do Edital Rumos, do Itaú Cultural, e chega ao público pela Telaranha Edições.

Uma narrativa que transcende o texto

A novela se apresenta como um trabalho transdisciplinar, no qual a autora utiliza a fotografia como elemento narrativo tão essencial quanto a própria escrita. A proposta é criar uma imersão em que o leitor é convidado a percorrer caminhos que vão além da página impressa, explorando novas possibilidades de contar histórias no cenário literário contemporâneo.

Trajetória da autora e processo criativo

A bagagem intelectual de J.S., que combina a prática artística com a pesquisa acadêmica em História, parece ter influenciado diretamente a construção da obra. Sua atuação como ilustradora também contribui para um olhar apurado sobre a composição visual, elemento central na estrutura do livro.

Reconhecimento e apoio institucional

A seleção pelo Edital Rumos representa um marco importante para a circulação do trabalho da autora. O programa, conhecido por fomentar a produção cultural brasileira em diversas áreas, foi fundamental para que a novela pudesse ser concretizada e agora alcançar um público mais amplo em todo o país.

Com Foi um jeito de derreter, J.S. consolida uma trajetória autoral que aposta na experimentação e no diálogo entre diferentes formas de expressão, oferecendo aos leitores uma obra que convida à reflexão sobre os limites e as possibilidades da narrativa contemporânea.

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